Sinteam

Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas

SINTEAM cobra pagamento de professores do PSS que ingressaram esse ano na SEDUC

15/04/2020 16:48
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Parte dos mais de 1,7 mil professores que ingressaram pelo Processo Seletivo Simplificado na Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) este ano estão tendo dificuldade para receberem seus salários. É que eles não tiveram tempo de fazer os exames admissionais na Junta Médica do estado antes do órgão fechar por causa do isolamento social. Vários trabalhadores entraram em contato com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (SINTEAM) para pedir ajuda.

Ao SINTEAM, a SEDUC lamentou profundamente não poder fazer o pagamento dos profissionais e disse que “só poderá dar continuidade ao processo após o término da quarentena e consequente retorno do atendimento normal da junta médica”. “O governo precisa resolver isso. Não existe esperar retornar o atendimento presencial. É uma situação atípica. Essas pessoas precisam receber seus salários. Trabalharam e precisam receber, ainda mais no meio dessa pandemia”, defende a presidente do sindicato, Ana Cristina Rodrigues.

A SEDUC disse que o pagamento dos professores está condicionado à atribuição de matrícula funcional pela Secretaria de Estado de Administração e Gestão-SEAD. 

No interior, basta que os profissionais entreguem a documentação exigida nas Coordenadorias Regionais. Já na capital, segundo a secretaria, não é possível a entrega, “pois os documentos devem ser físicos e os funcionários da sede da SEDUC estão trabalhando em regime de home office”.
INDENIZAÇÃO
Um outro grupo de professores do PSS anterior aguarda o pagamento de indenização de salários (férias e outros direitos trabalhistas) desde o fim do ano passado. No dia 28 de março, o SINTEAM entrou em contato com a SEDUC e a secretaria informou que o processo estava aguardando apenas a assinatura do governador Wilson Lima para encaminhar o pagamento.

“Nossa intenção é garantir que o trabalhador receba esse dinheiro, uma vez que, embora não haja motivo, voltamos a ouvir o governador falando em não ter como pagar salários dos servidores efetivos”, disse Ana Cristina.


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